Mesa proprietária (ou prop firm) é a empresa que fornece capital para o trader operar, em troca de uma divisão dos lucros. O trader não aporta o capital de risco — ele passa por uma avaliação e, aprovado, opera uma conta financiada seguindo regras rígidas de risco.
É a rota mais comum hoje para quem quer operar tamanho maior sem ter o capital, e o formato tem parentesco direto com o de torneio: regras publicadas, limites de perda automáticos e eliminação ao violar qualquer um deles.
Planos de mesa proprietária e acesso direto a mesa proprietária (sem precisar de teste) estão entre os itens que o trader pode resgatar na Arena:
Ou seja: performance consistente na Conta Safe pode virar acesso a mesa, pulando a etapa de avaliação paga.
O modelo de avaliação mais difundido no mercado (padrão popularizado pela FTMO) costuma ter:
| Regra | Faixa típica de mercado |
|---|---|
| Meta de lucro (fase 1) | 8% a 10% |
| Meta de lucro (fase 2) | ~5% |
| Perda diária máxima | ~5% do saldo |
| Perda total máxima (drawdown) | ~10% |
| Prazo por fase | ~30 dias |
| Profit split (parte do trader) | 75% a 90% (padrão de mercado em 2026) |
Dois tipos de drawdown — a diferença que mais elimina trader:
Algumas mesas aplicam ainda a regra de consistência (nenhum dia pode representar uma fatia grande demais do lucro total), removida em certas contas profissionais. As condições variam por mesa — leia o regulamento específico antes de contratar.
Fortes:
Limitações:
Avaliação de US$ 100.000 com meta de 8%, perda diária de 5% e drawdown trailing de 10%. O trader arrisca 0,4% por operação (US$ 400) — 25 tentativas até o limite total. Na primeira semana chega a US$ 106.000: o piso do trailing sobe de US$ 90.000 para US$ 95.400, ou seja, a margem que restava encolheu. Ele então reduz o risco para 0,25% e mantém o ritmo, batendo os US$ 108.000 na terceira semana sem nunca chegar perto do piso. Quem não entendeu o trailing continuou arriscando o mesmo valor, devolveu parte do ganho e violou o limite com a conta ainda acima do saldo inicial.